Radiculares
Os ancestrais de plantas vasculares mais antigos conhecidos pertencem ao gênero Rhynia; ocorreram durante o período Siluriano (há cerca de 400 milhões de anos). Eram plantas aquáticas sem sementes, provavelmente vivendo em pântanos e consistiam de eixos simples, com ramificação dicotômica e contendo esporângios terminais. Não havia diferenciação entre raiz, caule e folha; no entanto, possuíam estômatos e faziam fotossíntese. É muito provável que as raízes tenham surgido ao longo da evolução, a partir da parte subterrânea do eixo de uma planta como Rhynia. As briófitas não possuem raízes verdadeiras, mas sim estruturas similares, os rizóides. As raízes surgiram, na evolução, a partir das pteridófitas.
a- Funções: fixação, absorção e condução de água e sais minerais. Também armazenam substâncias nutritivas e fazem aeração.
b- Origem: O embrião (esporófito jovem) é formado por um eixo caulinar (hipocótilo-epicótilo), uma ou duas folhas embrionárias (cotilédones) e por uma raiz embrionária (radícula). Com a germinação da semente, a radícula sofre divisões e alongamentos celulares, originando a raiz.
a- Funções: fixação, absorção e condução de água e sais minerais. Também armazenam substâncias nutritivas e fazem aeração.
b- Origem: O embrião (esporófito jovem) é formado por um eixo caulinar (hipocótilo-epicótilo), uma ou duas folhas embrionárias (cotilédones) e por uma raiz embrionária (radícula). Com a germinação da semente, a radícula sofre divisões e alongamentos celulares, originando a raiz.
A.- Organização morfológica e anatômica:
- COIFA: protege o ápice meristemático radicular (lembrete: meristema é um tecido com capacidade constante de gerar outros tecidos); no ápice radicular, está o promeristema, capaz de gerar todos os tecidos da raiz.
- ZONA DE DISTENSÃO OU DE ALONGAMENTO: logo acima do ápice meristemárico; suas células alongam-se rapidamente;
- ZONA PILÍFERA: com projeções epidérmicas (pêlos absorventes ou radiculares)
- COIFA: protege o ápice meristemático radicular (lembrete: meristema é um tecido com capacidade constante de gerar outros tecidos); no ápice radicular, está o promeristema, capaz de gerar todos os tecidos da raiz.
- ZONA DE DISTENSÃO OU DE ALONGAMENTO: logo acima do ápice meristemárico; suas células alongam-se rapidamente;
- ZONA PILÍFERA: com projeções epidérmicas (pêlos absorventes ou radiculares)
- CENTRO QUIESCENTE: zona central inativa, que se desenvolve durant a ontogenia da raiz; as células dessa região possuem uma baixa concentração de DNA e RNA, menor número de mitocôndrias, pouco R.E. e dictiossomos, núcleos e nucléolos menores. Como são menos sensíveis à radiação e injúrias e permanecem durante muito tempo em fase pré-sintética da mitose, mas podem retomar a divisão, acredita-se que funcionam como uma reserva de células diplóides.
A A parte central da raiz não possui medula, sendo ocupada por xilema (metaxilema) - a medula existente no caule provém do traço lacunar deixado pela saída da folha macrófila, o qual é invadido na região central por parênquima.
Obs.: A raiz adventícia (aérea) possui medula, pois se origina a partir do caule.